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Archive for dezembro \27\UTC 2007

Feliz ANO NOVO

[último post do ano]

Olá!

Uau, esse ano foi demais!

Foi um ano realmente interessante. Mas seria estranho fazer uma retrospectiva.

Às vezes não compreendo por que organizar o tempo em dias e anos, as coisas parecem passar mais rápidas quando as contamos. Cara, como odeio matemática. Me deixa doida.

 Eu me lembro de todo fim de ano me sentir confusa. Não há diferença entre o último dia do ano e o dia seguinte. Eu sempre espero algo diferente. Por que as pessoas comemoram as passagens dos anos,?  já que eles são passagens de dias?, por que não comemorar então todos os dias? Alguem simplesmente escolheu que no calendário gregoriano o dia 31 de Dezembro deveria ser o último dia do ano, e ficou assim.

Quando era criança imaginava que o mundo ia acabar no dia 1º de janeiro ou que no mínimo eu receberia uma mensagem divina. Não me lembro de ter acontecido uma dessas coisas.

Mais estranho que isso foi a passagem do século. Você acredita que estamos no século XXI? Tem gente que ainda vive no século passado.

Eu acredito na vida sem contar o tempo. O tempo é uma pessoa, meus caros. Tratemos-o com gentileza sem contar seus anos.

Eu acredito que a vida deveria ser contada e não os dias  e anos. O fato de o Sol ir embora e voltar mais tarde não modifica tanta coisa, apenas na energia corporal. O tempo não nos envelhece, apenas a mania absurda de contá-lo.

Mas estou condenada a tratar o tempo dessa maneira, afinal estou presa nesse sistema.

E 2007 foi um ano completamente diferente de 2006. Isso é algo a comemorar. Eu passei a ocupar mais meu ócio com coisas que me orgulho. Mas a rapidez em que ele se passou me assusta. Ontem mesmo eu brincava de casinha com meus primos.

Enfim…

Feliz 2008 a todos.

Que no próximo ano a Terra não acabe, que as mortes injustas diminuam, que as doenças não aumentem, que nem todos estejam passando fome, que a natureza seja respeitada, que eu seja uma pessoa menos egoíste e egocêntrica, que tenha dias de paz.

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Olá ^^

Er… quanto tempo, né? – usando um escudo para se proteger de olhares recriminadores –  Lembram de mim? – não me ataquem, please! -Tudo bem? – entrando de fininho.

 OLÁ!

Ok, ok, ok. Devo pedir desculpas pelo tempo ausente, certo?

Perdão.

Agora devo dar uma desculpa, não é isso? A verdade é que não tenho qualquer desculpa, então admito de pé minha culpa.

Eu deveria contar como foi essa semana, a semana passada, retrasada e assim por diante.

Foram semanas… qual a palavra… proveitosas.

Não fiz nada de útil, e quando procurava algo útil, adivinha? Isso mesmo, alguma coisa dava errado e pá, tudo inútil.

TUDO INÚTIL.

Até procurar estágio fui procurar. Mas sabe, aquela velha e tradicional desventura de lendas urbanas. Quando tudo parece estar certo há uma longa fila rodando o SENAI, mas tudo bem, eu não me importo, fico na fila. Começa a chover. Tudo bem, já estou aqui, é só preencher a ficha e vou pra casa me secar – claro, depois de pegar o ônibus. Fico na fila. Na chuva e na impaciência. PÁ! O portão fecha 5 horas, e o relógio já marca 5 horas. Começo a me dar conta de que estou muito impaciente.  Chegou a minha hora. A mulher revisa meus documentos. Uma loura, em pé e que desliza os olhos analizadores pelos meus papéis. Certidão, certo. Declaração, certo. Comprovante de residência, não serve.

INÚTIL, COMPLETAMENTE INÚTIL.

Desculpas, novamente.

Eu precisava desse parágrafo para desabafar; Vocês tem sorte de isso ter acontecido na semana passada, senão veriam palavras para lá de desagradáveis no parágrafo anterior.

Uma descontraída.

Para animar um pouco mais esse post, tenho o orgulho de anunciar aqui o I Interclasse do Renato Pacheco, onde a 1MI tornou-se honradamente a vice-campeã. E eu fui uma das jogadoras do torneio. Conforme meu ofício, totalmente inútil. Devo me responsabilizar por duas goleadas que tomamos. E claro por um cartão amarelo e um provocação de briga.

Fora isso, ficamos surpreendentemente em SEGUNDO lugar, atrás da 1M8 -carinhosamente apelidadas de ‘Macacas’-.

Tenho a obrigação de dizer que Jeandra brilhou nesse torneio.

Continuando na seção de esportes

Bernardinho deu uma palestra lá na escola – isso mesmo, o próprio, o técnico da seleção nacional de vôlei. Não me perguntem sobre a palestra. Eu estava sentada em uma excelente distância, a voz dele estava perfeita, vi o visual humilde e agradável dele, (ele é mais alto pessoalmente), a careca que está começando a se formar ali na cabecinha dele e tudo o mais aparente que pude notar. Mas… o Victor me fez o favor de começar uma discussão com Dóris ao mesmo tempo que o admirável Bernardinho ministrava a palestra. Não posso informar nada, absolutamente nada sobre a palestra, fora as palavrinhas acima.

Bem… a professora Ângela poderia fazer isso muito bem em meu lugar – vocês podem não ter percebido, mas existe uma ironia nessa oração, pois as meninas da sala passaram uma semana comentando sobre os contatos íntimos da professora e o técnico. Maaaaas.. nada sei!

CORES

Co-res. Começa um som oco, e a lingua salta fazendo um arranhão na última sílaba.

Essas últimas semanas passei na presença das minhas fiéis amigas, as cores. A tinta e o pincel.

Pintei dois quadros. Me orgulho deles, como uma mãe se orgulha de um filho, e quase chorei quando tive que abandoná-los. Vendi-os.

Eu sou uma mercenária, não? Ainda não sei como consigo ficar sem eles. E COMO CONSIGO DEIXÁ-LOS PARTIR AOS GRITOS VIBRANTES E CHOROSOS DA DESPEDIDA?

Suspiro.

Duas aves do paraíso. Um pássaro morto. Um moinho de Dom Quixote esmagando o nobre pássaro. 

Não posso continuar falando de minha prole, isso é extremamente torturoso para mim.

Mas posso falar das minhas leituras.

A sombra do vento

Livro perfeito… simplesmente perfeito.

Conta a aventura de Daniel Sempere, que tem nas mãos o único exemplar de ‘A sombra do vento’ do misterioso Julián Carax. Sua vida se resume em desvendar as tramas que envolvem a intensa a amarga vitalidade do escritor. É completamente eletrizante a narrativa desse livro.

Confesso que fiquei com o coraçãozinho apertado, pois as personagens me conquistaram. Se quiser saber, a maioria das personagens são onipresentes, mas totalmentes intensos e interessantes.

Eu recomendo a leitura.

Um beijo a todos.

E mais uma vez, minhas sinceras desculpas.

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